terça-feira, 13 de setembro de 2016

O muso e a poetisa


O que seria da poetisa sem o muso?
De quem serão os direitos autorais?
Quem veio primeiro ao mundo
A musa, o amor ou o poeta?
E a poesia, já estava no ar?
Dos meus musos, tenho músicas
Sons que talvez nem lhes cheguem aos ouvidos
Que o poeta mais cria quando só.
Te digo agora, meu muso,
Que a poesia de ti vem, pra ti vai...
Se aqui não estás
Ela é bolha, borboleta
Brota na mente
Incandescente, sem licença
Sem hora nem lugar.
Então me diga: a quem pertence a poesia
Própria volúpia do livre pensar!
Meu amor
Se o amor é só meu
Não há mal nenhum
Nada que o tempo não destrua...
Que a poesia não construa...

Pra qualquer um se deliciar!

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